Retrato de Scheilamar, educadora e palestrante
Pós-graduação em Educação Especial e Inclusiva
Vivência real: maternidade atípica
Um olhar que acolhe transforma

01 — Um olhar que acolhe

Antes de qualquer diagnóstico, existe uma pessoa.

Eu acredito que toda transformação começa quando alguém decide olhar de verdade.

Levo para escolas, empresas, instituições de saúde, igrejas e comunidades uma mensagem construída a partir da união entre formação técnica e vivência real:
Um olhar que acolhe transforma.

Proposta de valor

Toda transformação começa quando alguém decide olhar.

Meu trabalho é ajudar pessoas e instituições a enxergarem o acolhimento não apenas como uma intenção, mas como uma prática.

Falar sobre inclusão é falar sobre pessoas. Pessoas que querem ser vistas. Respeitadas. Escutadas. E acolhidas.

Ao longo da minha trajetória, a educação e a vivência pessoal me mostraram que conhecimento e sensibilidade não precisam caminhar separados. Eles podem caminhar juntos.

É dessa união que nasce o meu trabalho: levar reflexão, conhecimento e ferramentas para que o acolhimento deixe de ser apenas um discurso e passe a fazer parte das relações.

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Scheilamar de perfil, usando a camiseta com a frase Um olhar que acolhe transforma

Antes de qualquer diagnóstico, existe uma pessoa.

Um olhar que acolhe transforma.

02 — A palestra

Um Olhar que Acolhe Transforma

Uma palestra sobre inclusão, pertencimento, acolhimento e humanização — construída a partir de conhecimento técnico e vivência real.

A palestra “Um Olhar que Acolhe Transforma” nasceu de uma inquietação simples: como seria o mundo se aprendêssemos a olhar primeiro para a pessoa e depois para o diagnóstico, a dificuldade ou a diferença?

Minha proposta é levar essa pergunta para dentro de diferentes ambientes e transformá-la em reflexão, consciência e atitude. A palestra une minha formação na área da educação e inclusão com uma experiência que transformou profundamente a minha própria forma de enxergar o mundo: ser mãe de uma menina com uma síndrome rara.

Mas a minha história não é o ponto final. Ela é o ponto de partida. A partir dela, o conteúdo se amplia para falar sobre pertencimento, relações, escuta, acolhimento e responsabilidade coletiva.

Porque uma cultura de acolhimento não acontece quando apenas uma pessoa decide acolher. Ela acontece quando um ambiente inteiro começa a olhar diferente.

01Olhar
02Escuta
03Pertencimento
04Humanização
Quero levar essa mensagem
para minha instituição

03 — O impacto

Não quero apenas emocionar. Quero provocar mudança.

Uma boa reflexão só faz sentido quando consegue chegar à vida real.

Ao final de uma palestra, não quero que as pessoas saiam apenas pensando. Quero que saiam olhando diferente. Que percebam comportamentos que antes passavam despercebidos.

Que entendam que acolher não significa ter todas as respostas. Significa estar disposto a enxergar, escutar e construir caminhos.

A proposta é transformar uma mensagem em uma pergunta prática: “O que eu posso fazer diferente a partir de agora?”

01

Olhar

Perceber a pessoa antes de enxergar apenas sua condição.

02

Escuta

Entender que acolher também significa estar verdadeiramente presente.

03

Pertencimento

Criar ambientes em que as pessoas saibam que têm espaço e valor.

04

Humanização

Transformar relações a partir de atitudes concretas.

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04 — Para quem é

A mensagem é a mesma. A forma de vivê-la muda em cada ambiente.

Cada público enfrenta desafios diferentes. Por isso, meu trabalho é adaptado à realidade de cada instituição.

Acolhimento não acontece da mesma maneira em uma escola, em uma empresa, em um hospital ou em uma igreja. Por isso, não trabalho com uma mensagem engessada.

A essência permanece. Olhar. Escutar. Acolher. Pertencer. Transformar. Mas a conversa é construída de acordo com a realidade de quem está ouvindo.

Sala de aula durante uma palestra sobre educação e inclusão
01 / Educação

Uma escola também ensina às crianças se elas pertencem.

Inclusão começa muito antes de uma adaptação. Começa na forma como cada aluno é visto.

A escola pode ser um dos primeiros lugares onde uma criança descobre o que significa pertencer. E também pode ser um dos primeiros lugares onde ela percebe que é diferente.

Minha formação em Educação Física Escolar e minha pós-graduação em Educação Especial e Inclusiva fazem parte dessa conversa. Mas a proposta vai além da teoria: é olhar para a realidade do educador e construir uma reflexão que possa chegar à prática.

Para professores, equipes pedagógicas, gestores e comunidades escolares, a palestra aborda o acolhimento como parte da construção de uma escola em que cada pessoa possa ser vista, respeitada e incluída.

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Equipe reunida em uma palestra corporativa
02 / Empresas

Cultura de acolhimento também se constrói dentro das organizações.

Pertencimento, escuta e relações mais humanas também fazem parte de uma cultura organizacional saudável.

Uma empresa é feita de pessoas. E a forma como essas pessoas são vistas, ouvidas e tratadas influencia diretamente as relações que acontecem todos os dias.

Minha palestra leva o tema do acolhimento para o ambiente organizacional de maneira prática e conectada à realidade das equipes. A conversa pode ser adaptada para momentos de formação, desenvolvimento de equipes, liderança e ações como a SIPAT.

O objetivo não é transformar acolhimento em discurso corporativo. É mostrar que pequenas mudanças na forma de olhar, escutar e se relacionar podem produzir mudanças importantes na cultura de um ambiente.

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Instituição de saúde onde a humanização do atendimento faz diferença
03 / Saúde

Humanizar o cuidado começa antes do procedimento.

Para quem chega buscando atendimento, a forma como é recebido também faz parte do cuidado.

Para uma família que recebe um diagnóstico, existem perguntas que nenhum protocolo consegue responder sozinho. Existe medo. Existe insegurança. Existe a necessidade de ser escutada.

Minha vivência como mãe de uma criança com uma síndrome rara me aproximou de uma realidade que muitas famílias vivem diariamente. Somada à minha formação, essa experiência me permite abordar o tema com sensibilidade, mas também com responsabilidade.

A proposta é refletir sobre como a equipe pode enxergar não apenas o paciente, mas a pessoa e a família que estão diante dela.

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Comunidade reunida em um momento de louvor na igreja
04 / Instituições Religiosas

Uma igreja que acolhe também comunica o amor que anuncia.

Pertencimento, cuidado e inclusão como expressão prática da fé.

Toda comunidade deseja ser um lugar de pertencimento. Mas, para algumas famílias, encontrar esse lugar pode ser mais difícil do que parece. Famílias atípicas muitas vezes chegam carregando não apenas suas necessidades, mas também experiências de incompreensão, isolamento e cansaço.

A igreja pode ser diferente. Pode ser lugar de presença. De cuidado. De escuta. De comunidade.

Nesta palestra, conversamos sobre o acolhimento como expressão concreta do amor ao próximo e sobre como a comunidade cristã pode construir ambientes onde pessoas e famílias sejam verdadeiramente recebidas.

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05 — Na prática

Como o olhar acolhedor acontece na prática

Um caminho, não um conceito abstrato.

Scheilamar de perfil, olhando pela janela
01

Afetar-se

Abrir mão da armadura. Se permitir ser tocado pela história do outro antes de qualquer diagnóstico ou rótulo.

02

Perguntar

Trocar a certeza técnica pela curiosidade genuína.

03

Escutar

Dar espaço real para a resposta, sem antecipar solução.

04

Conhecer

Ver a pessoa inteira, não só a condição ou o problema.

05

Permanecer

Presença que continua depois do encontro.

É esse processo — não só a boa intenção — que transforma acolhimento em cultura, dentro de escolas, empresas e instituições de saúde.

06 — Para quem

Personalizo a mensagem. A essência não muda.

Sua equipe pedagógica conhece a teoria da inclusão, mas trava na prática do dia a dia.

Eu entrego ferramentas reais para educadores reconhecerem cada aluno em sua singularidade — não mais um protocolo, uma mudança de postura em sala de aula.

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07 — A história

Antes de qualquer diagnóstico, existe uma pessoa.

Minha história profissional e minha história de vida caminham juntas. E foi a maternidade que me ensinou a enxergar a inclusão para além da teoria.

Scheilamar sentada à mesa, observando uma peça de joia, com a folha do diagnóstico da Síndrome de CHARGE ao lado

Sou Educadora Física, especialista em Educação Física Escolar e pós-graduada em Educação Especial e Inclusiva.

Sempre acreditei no poder da educação, das relações humanas e da inclusão. Mas foi quando me tornei mãe que meu olhar mudou de uma maneira que nenhuma formação acadêmica poderia proporcionar.

Quando minha filha, Lana, nasceu e recebeu o diagnóstico de Síndrome CHARGE, uma condição genética rara, nossa família iniciou uma jornada marcada por desafios, descobertas e muitos aprendizados.

Foi vivendo essa realidade que percebi algo que transformou profundamente a minha maneira de compreender a inclusão. Muitas das maiores dores de uma família não estão apenas nos tratamentos, nos hospitais ou nos diagnósticos.
Elas também estão na forma como essa família é recebida.
Na ausência de escuta.
Na falta de pertencimento.
Na sensação de invisibilidade.

Foi nesse caminho que compreendi uma verdade que hoje norteia todo o meu trabalho:

Antes de qualquer diagnóstico existe uma pessoa.
Antes de qualquer protocolo existe uma família.
Antes de qualquer resposta existe um olhar.

Essa compreensão transformou minha maneira de enxergar a inclusão. E transformou também a minha missão.

Hoje, levo essa experiência para escolas, empresas, instituições de saúde, igrejas e comunidades, buscando inspirar pessoas e instituições a construírem uma cultura de acolhimento que gere pertencimento, fortaleça vínculos e transforme relações.

Porque, muitas vezes, transformar uma experiência começa com algo simples: olhar para o outro de verdade.

Conheça a palestra
Atipical · Brilho Singular

Um brilho que nasceu de um propósito.

A Atipical nasceu da nossa história. Começou com semijoias para ajudar a custear o tratamento da Lana e, com o tempo, ganhou novos caminhos — sempre carregando o mesmo propósito.

A Atipical nasceu de uma necessidade, mas se transformou em algo maior.

Quando a Lana chegou às nossas vidas, vieram também tratamentos, desafios e uma nova realidade para a nossa família. Foi nesse contexto que nasceram as vendas de semijoias com propósito: uma forma de gerar recursos para ajudar a custear o tratamento dela.

Cada peça carregava muito mais do que beleza.
Carregava uma história.
Um propósito.
Um motivo para continuar.

Com o tempo, a Atipical cresceu e ganhou novos produtos, sem perder aquilo que está na sua essência: transformar aquilo que poderia ser apenas uma dificuldade em oportunidade, conexão e propósito.

Hoje, além das semijoias, a Atipical também traz a Crema de Café, um creme sem açúcar para dissolver no leite e transformar um momento simples em um café cremoso e especial.

São produtos diferentes, mas unidos pela mesma história. Porque cada pessoa tem um brilho singular. E cada história pode encontrar uma maneira de transformar o mundo ao seu redor.

Conheça a Atipical

08 — Formação e vivência

Conhecimento e vivência. Dois caminhos que se encontram.

A autoridade do meu trabalho está na união entre aquilo que aprendi e aquilo que vivi.

Minha formação oferece a base técnica para compreender os desafios da educação, da inclusão e das relações humanas. Minha vivência oferece uma perspectiva que nenhum currículo consegue substituir.

Não apresento minha história como uma resposta para tudo. Apresento como uma experiência que me ensinou a olhar de outra maneira.

Formação
  • Educação Física Escolar
  • Pós-graduação em Educação Especial e Inclusiva
Vivência
  • Maternidade atípica
  • Experiência com uma síndrome rara

formação para compreender. vivência para enxergar. acolhimento para transformar.

Quero conversar com a Scheilamar

09 — Como funciona

Cada palestra começa entendendo quem está do outro lado.

Porque uma mensagem só faz sentido quando conversa com a realidade de quem a recebe.

01

Conversa

Entendo o contexto e o objetivo da instituição.

02

Direcionamento

Identificamos o formato e a abordagem mais adequados.

03

Palestra

Levo conteúdo, reflexão e vivência para o público.

04

Desdobramento

“O que podemos fazer diferente a partir de agora?”

Vamos conversar sobre seu evento

10 — Depoimentos

Toda experiência deixa uma marca.

E quero que cada novo encontro também ajude a construir essa história.

Meu trabalho está em construção, e eu acredito na importância de construir essa trajetória com verdade. Aqui estão reunidas mensagens reais de quem já esteve comigo.

“

Muito tocante, Scheila! Tive que parar pra chorar... Vou mandar para algumas pessoas.

Mensagem recebida após a palestra

“

Amei quando fala que sua filha tem um diagnóstico, mas ela não é o diagnóstico. Eu realmente estava precisando ouvir isso tudo.

Luciana — mensagem recebida após a palestra

“

O que você faz é raro, não se trata de um discurso sobre inclusão, é um relato do que você vive. Você domina a oratória não pela técnica, mas pela verdade que carrega.

Mensagem recebida após a palestra

11 — Perguntas

Antes de marcarmos uma conversa, talvez você queira saber...

Meu trabalho pode ser adaptado para escolas, empresas e cooperativas, instituições de saúde, igrejas, instituições cristãs, famílias e comunidades.

A essência é a mesma: “Um Olhar que Acolhe Transforma”. Mas a abordagem é adaptada ao público, ao contexto e aos objetivos de cada instituição.

A palestra aborda acolhimento, inclusão, pertencimento e humanização, conectando esses temas à realidade do público que participa do encontro.

Sim. Para empresas e cooperativas, a abordagem pode ser direcionada para cultura organizacional, relações humanas, pertencimento, liderança, acolhimento e ações de formação, incluindo a SIPAT.

Sim. Para instituições de ensino, a conversa pode ser direcionada para educadores, equipes pedagógicas, gestores e comunidade escolar, considerando os desafios relacionados à inclusão e ao pertencimento.

Sim. Nesse contexto, a abordagem pode aprofundar temas relacionados à humanização do atendimento, escuta, comunicação com famílias e acolhimento de pessoas em situações de vulnerabilidade.

Sim. O trabalho pode ser realizado em igrejas e instituições cristãs, abordando acolhimento, pertencimento e inclusão como expressões práticas do cuidado e do amor ao próximo.

O primeiro passo é conversar comigo. Quero entender o contexto da sua instituição, o público e o objetivo do encontro. A partir disso, podemos definir o formato mais adequado.

Talvez a transformação comece com uma mudança simples: olhar diferente.

Se você acredita que sua escola, empresa, instituição, igreja ou comunidade pode construir relações mais acolhedoras, vamos conversar.

Um olhar que acolhe transforma.
Quero conversar sobre uma palestra

12 — Contato

Vamos conversar?

Conte um pouco sobre sua instituição, seu público e o que você gostaria de construir com essa palestra.

Não precisa ter tudo definido. O primeiro passo é uma conversa. A partir dela, podemos entender juntos qual formato e abordagem fazem mais sentido para o seu público.

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